Abertura do Encontro DX do dia 7 de julho de 2001
uando olhamos um rádio, uma das primeiras coisas que notamos é o "dial" , principalmente os rádios antigos que eram cheios de detalhes e com lâmpadas coloridas.
Quando a onda curta era popular, havia até aparelhos de rádio com o nome de países e alguns com nomes de emissoras no mostrador.
Porém, o “dial” como conhecemos segundo o colecionador de rádios Edson de Freitas, surgiu aproximadamente na segunda metade dos anos 20.
É que nos primórdios da radiodifusão o aparelho mais utilizado era o rádio galena e ouvir uma emissora de rádio era apenas possível através do fone de ouvido.
O rádio com o alto-falante só começa a ser produzido em 1921 e sem dúvida isso ajudou a sua popularização, pois o fone de ouvido trazia limitações.
Hoje em dia o “dial” dos rádios não são mais vistosos e bonitos, pois detalhes não são mais componentes da industrialização moderna, seja qual for a área de produção.
Querendo voltar aos velhos tempos, algumas empresas americanas, estão atualmente produzindo rádios modelos dos anos 30 e 40, como o Grundig classic 960 , com toda a característica de gabinete ou caixa como foram produzidos há 80 anos.
Porém, esses aparelhos têm apenas a aparência externa dos velhos rádios, mas seus componentes técnicos são todos modernos, com AM, FM e ondas curtas.
Esses aparelhos custam entre 80 a 200 dólares, dependendo do modelo escolhido pelo comprador.
Hoje os bonitos "dials" ficaram apenas na saudade, porque os aparelhos com sintonia digital, apesar de não serem tão vistosos, tem a vantagem de serem precisos, principalmente quando falamos do mundo das captações a distância.
Iniciamos nosso encontro de sábado com a genialidade de João Gilberto com a música: CHEGA DE SAUDADE.
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